quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Anvisa divulga normas sobre reaproveitamento de tecidos usados por hospitais

A agência divulgou nota técnica para esclarecer os procedimentos que devem ser adotados em relação a reciclagem, reaproveitamento ou descarte de tecidos usados por hospitais
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) advertiu que resíduos provenientes de serviços de saúde de origem internacional, com entrada ilegal ou clandestina no país, não podem ser reutilizados no Brasil. A agência divulgou nota técnica para esclarecer os procedimentos que devem ser adotados em relação a reciclagem, reaproveitamento ou descarte de tecidos usados por hospitais.
O comunicado foi enviado ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), para evitar novas denúncias de reutilização de lixo hospitalar proveniente dos Estados Unidos. Nas últimas duas semanas, mais de 46 toneladas de lençóis, fronhas, toalhas de banho, batas, pijamas e roupas de bebês foram encontrados em contêineres apreendidos em Pernambuco.
Parte do material está sendo periciado pelo Instituto de Criminalística de Pernambuco para identificar se há vestígios de sangue ou fluidos corporais secos. O resultado das análises será enviado à Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa).
De acordo com a Anvisa, o descarte de resíduos hospitalares é regulamentado desde 2004. As unidades de Saúde que não cumprirem a norma estão cometendo infração sanitária e estão sujeitas a penalidades e podem pagar multas de até R$ 1,5 milhão.
No caso específico de lençóis, a Anvisa orienta os hospitais a higienizar os produtos. Segundo a agência, quando devidamente processados, lençóis usados em hospitais não representam risco para a saúde da população.
“Os tecidos submetidos a tratamento na unidade de processamento de roupas dos serviços de saúde, quando perderem a funcionalidade original, podem sofrer reciclagem ou ser reaproveitados. Caso sejam descartados, estes resíduos são classificados como resíduos do grupo D e devem seguir as orientações dos serviços de limpeza urbana”, diz a nota.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sistemas , Fluxos e Farmácias dos 31 Municípios


No dia 19.10.2011 às 14hs no auditório da Sedufsm ocorreu à reunião com os representantes da farmácia (farmacêuticos e ag. administrativos) dos municípios da área de abrangência da 4ªCRS, referentes aos processos administrativos (encaminhamento, formulários, documentos necessários, protocolos clínicos, medicamentos, digitação e cids para fornecimentos), negativas para o judicial, transplantes renais, estoque, almoxarifado, atualizações do sistema AME, apresentação dos fluxos a serem seguidos pelos municípios dentre outros assuntos que foram surgindo ao longo da reunião.
A reunião teve como objetivo apresentar as atualizações do fluxo e sistema da assistência farmacêutica e troca de experiências e responder as dúvidas frequentes dos municípios.
A reunião teve em primeiro momento a parte dos processos, com dois representantes da 4ª CRS (Dianele Vidal e Henrique Alves) com o apoio do agente administrativo responsável pelos processos da farmácia de POA – Gladimir Francisco Teixeira da Silva e a Chefe da Farmácia de POA Carmem Remia Mikoleiczak esclarecendo as questões referentes a processos administrativos juntamente com a farmacêutica responsável pela farmácia da 4ªCRS e município de Santa Maria Charlise Bolson Noal.
Quanto a questão do estoque e almoxarifado as dúvidas foram esclarecidas pela servidora Neuza Rita Pauletto do almoxarifado da 4ªCRS e a servidora Dalva Neto de Carvalho (almoxarifado e estoque) de POA.
Curiosidades: Muitas dúvidas surgiram e levantamentos das dificuldades enfrentadas no dia a dia pelos servidores.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Humanização no SUS fortalecerá a Atenção Básica em Saúde no RS

A Mostra de práticas de Humanização: experiências de articulação entre políticas no Estado do RS, reuniu no auditório do Conselho Estadual de Saúde, durante todo o dia de hoje (17), os profissionais da rede pública de saúde do Estado e de municípios, apoiadores da Política Nacional de Humanização (PNH). Esta iniciativa prevê o acolhimento humanizado como política na rede do Sistema Único de Saúde (SUS),reconhecendo o usuário como legítimo cidadão de direitos, e atravessando diferentes ações e instâncias.

O encontro, promovido pela Secretaria Estadual da Saúde (SES), discutiu a humanização como política transversal do SUS, e objetivou a insituição de um Núcleo articulador da humanização na SES. O Núcleo irá integrar as atividades das sete redes macrorregionais existentes no Estado nas questões de fluxos e processos de trabalho, vínculos e pactuação, entre outros ítens, dentro de uma linha de cuidados.

Além disso, o encontro visou à socialização das diretrizes do plano de ação da  PNH no RS, enquanto oferta de apoio às demais políticas de saúde, a partir do cenário das sete redes macrorregionais. Houve troca de experiências entre os servidores envolvidos, em rodas de conversa sobre humanização e rede de hospitais, e educação permanente.  A diretora do Departamento de Ações em Saúde, Sandra Fagundes, disse que não é possível haver fortalecimento da Atenção Básica em Saúde, se não houver rede.

Denise Gewehr Rpmt 6022
Em: 17/10/11
Assessoria de Comunicação Social - SES/RS

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A Gratidão de Um Feto .

A Imagem e e Notícia Mais Linda do Ano!

A Gratidão de Um Feto .

Trata-se da ligação entre um cirurgião e o seu paciente, neste caso, um bebê ainda por nascer... Este bebê sofria de uma doença chamada Espinha Bifida e, caso fosse retirado do útero da mãe, ele morreria.

Este cirurgião é dos únicos a terem esta capacidade de operar o feto, ainda no útero da mãe. A operação foi um sucesso e, quando o cirurgião se preparava para fechar a pequena incisão que tinha feito para alcançar o bebê, este esticou a mão (já perfeitamente formada) e agarrou um dos dedos do cirurgião, como se lhe estivesse a agradecer pela "vida" que o cirurgião tinha acabado de lhe dar.
Nas palavras do cirurgião: "foi o momento mais emocionante da minha vida".

A imagem apenas saiu em um artigo de um jornal secundário americano...Quando deveria sim , ser a Noticia do Ano, e estar em todas as Fontes de Noticias e Comunicaçao!...

Repasse para que o Mundo veja um Pouco da Beleza e Perfeiçao da Vida!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Alergias aumentam na primavera por causa do pólen.

Com a chegada da primavera, que começa oficialmente nesta quinta-feira (23), aumentam os casos de alergias causadas pelo pólen das plantas. Nesta época do ano, fica mais comum as pessoas sofrerem crises de asma, rinite alérgica, conjuntivite, entre outros problemas. A saúde pode ser ainda mais afetada por causa do tempo seco e da variação de temperatura.
A primavera é um período de intensa florescência das árvores e polinização das plantas. Durante esse processo, os grãos de pólen, que são estruturas masculinas de reprodução, são levados até as partes femininas das flores por diversos meios. Alguns deles são o vento e os insetos.
Com isso, aumenta a quantidade desses grãos no ar. O pólen, assim, se torna um incômodo a mais para aqueles que já sofrem de alergias a outros elementos, como ácaros e fungos. Essas alergias são conhecidas como sazonais ou primaveris e costumam atingir mais os adolescentes e jovens adultos do que as crianças.
O pólen causa problemas respiratórios quando penetra nas vias nasais, provocando crises de asma e rinite alérgica, espirros em sucessão, coriza e congestão nasal. Algumas pessoas podem ter falta de ar e chiado no peito. Outro problema bastante comum provocado por esses grãos é a conjuntivite alérgica, que provoca coceira e vermelhidão nos olhos.
Sul do Brasil é a região mais afetada
No entanto, a alergia ao pólen é mais comum em regiões com as estações do ano bem definidas. Esse é o caso de países como Estados Unidos e Canadá, além de alguns da Europa. No Brasil, os maiores índices dessas alergias estão nos Estados da região Sul.
Outro grupo de risco são os que já sofrem de rinite alérgica. De acordo com a Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia), 25% da população brasileira enfrenta esse problema.
Os especialistas recomendam também uma boa limpeza da casa, em especial do quarto, onde as pessoas passam a maior parte do tempo. Além disso, é preciso fazer os testes para identificar o tipo de alergia que a pessoa sofre. O método mais usado é o teste cutâneo, no qual os extratos dos alérgenos suspeitos são colocados na pele do paciente para que o médico observe a reação desenvolvida no local. O segundo método são os exames laboratoriais realizados com o soro do paciente. 
Por ter origem genética, não há como evitar o surgimento da alergia. Apesar, pode-se também diminuir o contato com os fatores desencadeantes de crises, como o pólen.
Além disso, a alergia da primavera não é um problema exclusivo de regiões com intensa vegetação. Segundo o médico Ricardo Zollner, especialista em Alergia e Imunologia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), os ventos fortes fazem com que as regiões urbanas também fiquem expostas ao pólen.
Zollner conta ainda que jardins e plantas ornamentais criadas em casa, além de árvores com floradas exuberantes, chamaram a atenção de especialistas brasileiros por também serem uma fonte dessas alergias, principalmente para os "pacientes com doença alérgica hereditária definida”.


http://noticias.r7.com/saude/noticias/alergias-aumentam-na-primavera-por-causa-do-polen-saiba-como-se-proteger-20100923.html

19 Coordenadorias reunidas em Caxias do Sul

 Nos dias 22 e 23 de setembro, Caxias do Sul foi o local escolhido para o encontro dos coordenadoers e coordenadores adjuntos das 19 Coordenadorias Regionais de Saúde.
Na ocasião foram recebidos pela coordenadora Solange Sonda e sua equipe.

Os assuntos tratados foram:

- A rede de cuidados na Vigilância em Saúde abordado pelo dr. Celso dos Anjos. Tema que entre outras pretenções, teve por meta o esclarecimento da interconexão dos campos da vigilância epidemiológica, vigilância ambiental e vigilância sanitária, dentro da função do Estado Brasileiro, de cuidar da saúde e realizar a defesa e a proteção da saúde individual e coletiva.

- Contratos e convênios, abordado por Jacinda Lehmen Stahl, diretora adjunta do Departamento de Assistencia Hospitalar e Ambulatorial (DAHA)
.
- Decreto 7508 e suas implicações abordado por Luis Carlos Bolzan, diretor do Departamento de Ouvidoria do SUS. http://www.conasems.org.br/site/index.php/comunicacao/noticias/1827-acesso-a-saude-e-ampliado-com-novo-modelo-de-gestao-do-sus


Foi um momento de aprendizado e integração que com certeza se repetirá.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

DETECÇÃO PRECOCE EM CÂNCER

O que é detecção precoce ou screening em câncer?

A detecção precoce significa fazer o diagnóstico do câncer no seu estágio pré-sintomático, ou seja, antes que a pessoa manifeste algum sintoma relacionado com a doença ou apresente alguma alteração ao exame físico realizado por um profissional da área da saúde.

O câncer, como outras doenças, tem uma história natural que se caracteriza por um espectro que tem, no seu início algumas células malignas - que por razões ainda não esclarecidas não são destruídas pelo sistema de proteção natural do organismo - e vai até o estágio em que a doença é clinicamente diagnosticável através de seus sinais e sintomas.



Características da detecção precoce :

Os exames e testes laboratoriais e de imagem , utilizados na detecção precoce de um determinado tipo de câncer, não fazem o diagnóstico desse câncer, mas sim selecionam as pessoas com suspeita de ter esse tipo de câncer, para que testes mais específicos sejam realizados e seja confirmada ou afastada tal suspeita. Geralmente, o teste confirmatório é uma biópsia ou exame de um determinado tecido do corpo (anátomo-patológico).

Para que um teste seja considerado de "screening", ou seja, para que seja considerado adequado para ser realizado numa pessoa que não apresente sinais e sintomas da doença, ele deve: 
 
Ter a capacidade de diagnosticar o câncer, antes que a pessoa desenvolva sintomas
Oferecer pouco risco ou desconforto para a pessoa
Ter um custo acessível

Por outro lado, para desenvolver métodos de detecção precoce em relação a um determinado tipo de câncer, é necessário:  
Haver evidências científicas suficientes de que, se esse câncer for diagnosticado precocemente haverá um tratamento médico disponível que melhore a evolução da doença
Que esse tratamento não seja pior que a própria doença
 

Ter a capacidade de diagnosticar o câncer, antes que a pessoa desenvolva sintomas
Oferecer pouco risco ou desconforto para a pessoa
Ter um custo acessível

Isto quer dizer que não adianta o teste ser bom, pouco desconfortável e barato mas não ter um tratamento disponível para mudar a história natural da doença. Também não adianta ter tratamentos que possam ser instituídos na fase pré-clínica da doença (fase da doença em que ainda não se pode fazer o diagnóstico pelos sinais e sintomas que a doença provoca), se não existem testes que diagnostiquem esse câncer nesta fase pré-clínica.
Além dessas características descritas anteriormente (ter a capacidade de diagnosticar um câncer precocemente e esse câncer ter tratamentos disponíveis para se alterar a sua história natural), a detecção precoce deve ser realizada só naqueles cânceres que, se diagnosticados precocemente e instituído tratamento efetivo precocemente, podem modificar o custo afetivo, pessoal e financeiro relacionado ao diagnóstico e ao tratamento e/ou diminuir a mortalidade relacionada com esse tipo de câncer. Ou seja, não adianta fazer diagnóstico precoce e tratar o câncer na sua fase pré-clínica , se isto não vai alterar a mortalidade e/ou o sofrimento da pessoa. Porque nesse caso, o que está sendo feito é simplesmente tornar uma pessoa saudável e assintomática em uma pessoa doente com todos os custos pessoais e financeiros relacionados ao diagnóstico e ao tratamento de uma doença como essa.

Muitos tipos de cânceres e vários testes diagnósticos têm essas características:  

Diagnosticar o câncer antes de desenvolver sinais e sintomas
Ter um tratamento efetivo contra este tipo de câncer

Que tipo de testes são feitos para detectar precocemente um câncer?

A forma mais fácil de fazer esse teste é através da observação visual de lesões suspeitas, seguida da palpação. São procedimentos fáceis, de baixo custo e com um mínimo de desconforto.
A inspeção(ou exame visual) de alterações de textura e coloração da pele, mucosa oral, retina e colo uterino é um exemplo de como se pode buscar alterações sugestivas de uma lesão pré-maligna.
A palpação também é particularmente útil, fácil de se fazer e barata para detectar precocemente nódulos de mama, próstata aumentada ou linfonodos alterados.
Outros tipos de testes são feitos para se detectar precocemente. São testes de imagem como raio-X, ecografias ou testes laboratoriais, como testes de sangue e urina.

Que tipos de cânceres podem ser diagnosticados precocemente?

Exemplos de cânceres nos quais é possível ser realizada a detecção precoce e serem tratados efetivamente:
 

câncer de mama
o câncer de colo uterino
câncer de cólon.

Para diminuir as suas chances de desenvolver um câncer, siga estes conselhos:  

Consulte-se com o seu médico regularmente
Faça os exames de detecção precoce de câncer que ele recomendar, com a freqüência que for mais adequada para o seu caso específico.
Não fume
Não ingira bebidas de álcool em excesso
Coma frutas, legumes e verduras diariamente
Tome bastante água
Pratique exercícios físicos regularmente conforme indicação médica
Evite o sol entre as 10 horas e 16 horas
Mulheres: amamentem seus filhos
Previna-se de doenças sexualmente transmissíveis através de métodos de barreira(camisinha)
Pratique uma fé religiosa ou outra forma de espiritualização
Seja feliz!